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	<title>Blog do Zeyck</title>
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	<description>Design, Internet, Tecnologia...</description>
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		<title>Voltando com o blog!</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 16:10:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de muitooo tempo, tava na hora de voltar com o blog. Blog esse que nem tinha emplacado de vez, muita coisa tava acontecendo naquele momento (principalmente &#8220;O Casamento&#8221;) e não dava pra fazer tudo, agora, mais tranqüilo e ao lado de uma pessoa muito especial pra me ajudar, voltaremos com o blog! Abraço a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de muitooo tempo, tava na hora de voltar com o blog.<br />
Blog esse que nem tinha emplacado de vez, muita coisa tava acontecendo naquele momento (principalmente &#8220;O Casamento&#8221;) e não dava pra fazer tudo, agora, mais tranqüilo e ao lado de uma pessoa muito especial pra me ajudar, voltaremos com o blog!</p>
<p>Abraço a todos!</p>
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		<title>Como lidar com o excesso de informação</title>
		<link>http://zeyck.com.br/2010/07/como-lidar-com-o-excesso-de-informacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Jul 2010 20:14:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A internet tem uma riqueza de informações sobre praticamente qualquer assunto que se poderia pensar. Com uma pesquisa simples, um vaso mundo de informação sobre o tema pesquisado se abre.
Na verdade, muitas vezes você acessa tanta informação que chega a ser um pouco intimidante. A sobrecarga de informação se torna mais e mais comum com a quantidade crescente de informações on-line.
Na pior das hipóteses, o seu excesso de informação pode ser paralisante. Muita informação pode nos deixar sobrecarregados e nos sentimos incapazes de tomar decisões. Essa sobrecarga pode nos deixar mais confusos do que se nunca tivéssemos tido a informação inicial.
A boa notícia é que o excesso de informação pode ser tratado. Não precisa desconectar da internet ou qualquer outra coisa extrema, apenas algumas prioridades e organização da sua parte.
Veja aqui um guia completo para lidar com a sobrecarga de informação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A internet tem uma riqueza de informações sobre praticamente qualquer assunto que se poderia pensar. Com uma pesquisa simples, um vasto mundo de informação sobre o tema pesquisado se abre.</p>
<p>Na verdade, muitas vezes você acessa tanta informação que chega a ser um pouco intimidante. A sobrecarga de informação se torna mais e mais comum com a quantidade crescente de informações on-line.</p>
<p>Na pior das hipóteses, o seu excesso de informação pode ser paralisante. Muita informação pode nos deixar sobrecarregados e nos sentimos incapazes de tomar decisões. Essa sobrecarga pode nos deixar mais confusos do que se nunca tivéssemos tido a informação inicial.</p>
<p>A boa notícia é que o excesso de informação pode ser tratado. Não precisa desconectar da internet ou qualquer outra coisa extrema, apenas algumas prioridades e organização da sua parte.</p>
<p>Veja aqui um guia completo para lidar com a sobrecarga de informação.</p>
<div id="attachment_92" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/01.jpg" rel="lightbox[91]"><img class="size-full wp-image-92" title="Sobrecarga de informação" src="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/01.jpg" alt="Sobrecarga de informação" width="500" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">&quot;Fazer uma pesquisa na internet é como pedir uma bebida a um hidrante&quot; Mitchell Kapor</p></div>
<p><span id="more-91"></span></p>
<p><strong>Diferencie o que é importante e o que não é</strong></p>
<p>Parte do problema com a sobrecarga de informação vem da incapacidade de uma pessoa de distinguir entre o que é importante e o que não é. Temos uma tendência em querer saber tudo o que acontece, mesmo que isso tenha haver diretamente conosco ou não.</p>
<p>Comece a pensar sobre as áreas de sua vida onde a informação é importante. Mais importante ainda, pense nas informações que você absorve em cada dia e descubra o que você não precisa saber. Isso vai variar de pessoa para pessoa, dependendo de seu estilo de vida, profissão e vida pessoal.</p>
<p>Por exemplo, se você é um investidor ativo, pode ser importante para você manter-se a par do que está acontecendo no mercado de ações no dia-a-dia. Mas se você apenas gerencia seus próprios estoques, e tem um bom corretor de confiança, então, deixe-o lidar com isso e só dê uma olhada no que está acontecendo no mercado semanal ou mensalmente. Melhor ainda, peça ao seu corretor para enviar atualizações mensais, com isso, você não precisa se preocupar com a busca pela informação.</p>
<p>Por outro lado, se você não investe no mercado acionário, por que você está verificando a cada duas horas durante essas informações? Por que você gasta uma hora pesquisando sobre os mercados externos, todas as manhãs? Se você está sofrendo a sobrecarga de informações, pare de prestar atenção às coisas que não têm um impacto direto sobre você.</p>
<p>Você pode fazer algumas listas para ajudá-lo a classificar a informação que te bombardeia todos os dias.</p>
<p>Primeiro, faça uma lista das coisas que você absolutamente tem que saber. Esta lista deve incluir itens diretamente relacionados à sua vida profissional ou pessoal. Em seguida, faça outra lista de coisas que não são tão importantes para você, ou talvez não tenham um forte impacto na sua profissão ou vida pessoal, pode ser as coisas de um hobby ou interesse. Então, faça uma lista de todas as coisas que você quer ficar informado, mas não aparecem nas duas listas. Estas são as coisas que você vai se esforçar para tentar remover do seu acesso diário de informação.</p>
<p><strong>Onde está a informação proveniente?</strong></p>
<p>Outra coisa que você precisa analisar é como você está recebendo toda essa informação. São coisas que as pessoas estão compartilhando com você online? Você está recebendo uma dúzia de boletins em sua caixa de entrada por dia? Você está inscrito em 100 ou mais feeds RSS? Você está procurando informações on-line?</p>
<p>Faça uma lista de como você está recebendo toda essa informação, os sites e serviços que você usa, e uma estimativa aproximada de quanto tempo cada uma destas coisas leva a cada dia. Então, analise como essas fontes são jogadas até os pontos das duas primeiras listas que você fez na seção anterior. Marque como “1” cada fonte que corresponde com a primeira lista, aqueles que correspondem com a segunda lista com um &#8220;2&#8243; e aqueles que caem para a terceira lista, com um &#8220;3&#8243;.</p>
<p>Uma vez que você marcou cada fonte, você precisa analisar para saber se é uma fonte passiva ou uma fonte ativa. <em>Fontes Passivas</em> são aquelas fontes que lhe informam sem ter que pesquisar nada. E-mail e RSS feeds se enquadram nessa categoria. <em>Fontes Ativas</em> seriam sites que você visita em uma freqüência regular e que não estão inscritos através de e-mail ou RSS.</p>
<p><a href="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/02.jpg" rel="lightbox[91]"><img class="aligncenter size-full wp-image-95" title="02" src="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/02-e1280347914579.jpg" alt="" width="357" height="251" /></a></p>
<p><strong>1. Seu limite de fontes</strong></p>
<p>O primeiro passo para lidar com o excesso de informação é limitar as suas fontes de informação. Veja sua lista de fontes e tente descobrir quais não são necessárias. Existem alguns critérios para decidir o que é necessário e o que não é. Primeiro, se duas fontes oferecem basicamente o mesmo conteúdo, se livre de uma delas. Segundo, se houver algum feeds RSS ou newsletters que você raramente lê, saia deles. Para a maioria das pessoas, isso vai eliminar algumas entradas de informação.</p>
<p>Então é hora de ficar um pouco mais agressivo. Olhe a lista das fontes que você tem que são marcados com um número &#8220;3&#8243; e decida-se eliminá-los ou não. Eu recomendo cancelar a assinatura de qualquer feeds RSS ou newsletter relacionado a esses itens. Então a única maneira que você receberá informações sobre esses assuntos, é a que você procura ativamente.</p>
<p><strong>2. Reserve um tempo em sua agenda</strong></p>
<p>Parte do problema com o excesso de informação, é que somos constantemente bombardeados com informações. É preciso parar o fluxo constante de informações.</p>
<p>Separe um tempo em sua agenda para lidar com a informação. Isto significa a verificação de e-mail apenas em horários definidos, leitura de feeds e outros também em uma hora específica. Agora, como será esse cronograma, dependerá de suas próprias necessidades.</p>
<p>É comum que precisamos acessar nosso e-mail durante todo o dia, mas podemos criar algumas regras. Defina seu cliente de e-mail para verificar se há novos e-mails uma vez por hora. Isso mantém você em contato o suficiente e sem uma distração constante. Reserve uma hora na parte da manhã ou à noite para ler seus feeds RSS. Faça isso apenas em um período, e depois mantenha o seu leitor de feeds fechado para o resto do tempo.</p>
<p>Outra opção é reservar pequenas partes durante o dia para o processamento de informação. Pode ser cinco ou dez minutos a cada hora ou a cada duas horas.</p>
<p>Descubra se você é mais produtivo absorvendo todas as informações de uma só vez, ou em pedaços menores durante o dia. Então faça um cronograma.</p>
<p>Se você reservou cinco minutos a cada hora para ler seus feeds RSS ou e-mail, passe cinco minutos a cada hora lendo, mas não mais que isso. Se você reservou uma hora todas as manhãs, defina um alarme para que você não passe da hora.</p>
<p><strong>3. Tenha um tempo livre</strong></p>
<p>É importante ter um tempo com a cabeça livre. Tire suas noites ou fins de semana livre da busca por informações. Durante esse tempo, não leia e-mails ou feeds RSS. Não procure informações a menos que seja pertinente a algo que você está fazendo naquele momento.</p>
<p>Quando você estiver de férias, tente limitar a quantidade de informação que você recebe. Deixe sua mente relaxar e evitar qualquer informação que não é absolutamente vital. Conscientize-se, também, que a maioria das informações podem esperar até o final de suas férias.</p>
<p><strong>4. Escolha impiedosamente</strong></p>
<p>Não tenha medo de eliminar as fontes de informação que você não confia. Procure por fontes únicas que têm a maior parte das informações que pretende absorver, e livre-se do resto.</p>
<p>Por exemplo, ao invés de controlar uma dezena de sites de notícias todos os dias, basta usar o Google News para um índice agregado. Desta forma, você receberá notícias de uma grande variedade de fontes sem ter que visitar vários sites.</p>
<p>Elimine também o que se aplica aos itens individuais de informação que entram em seu e-mail ou leitor de feeds a cada dia. Se algo não for interessante para você, exclua-o. Se ele permanece lá em sua caixa de entrada, você vai se sentir obrigado a lê-lo e dedicar tempo a ele.</p>
<p>Aprenda a analisar o conteúdo que é consumido por você e determinar em questão de alguns segundos se é algo que lhe interessa ou não. Se não, apenas se livre dele. Você se sentira bem menos bombardeado sem ter uma dúzia ou mais itens não lidos em sua caixa de entrada.</p>
<p><strong>5. Aprenda a priorizar</strong></p>
<p>Mesmo que você consiga minimizar significativamente a quantidade de informação que chega até você, é bem provável que haverá momentos em que você simplesmente não terá tempo para processar tudo. É aí que você precisa priorizar.</p>
<p>Veja a lista de tópicos que você fez no início deste artigo. Quando há muita informação chegando até você, foque sobre os assuntos em primeiro lugar na lista. Sãos essas as coisas mais importantes para sua vida diária, e deve ser tratado como tal. Se ainda tiver tempo, passe para a lista 2, e assim por diante.</p>
<p><strong>6. Use a tecnologia a seu favor</strong></p>
<p>Você deve ter sistemas para organizar e classificar as informações que chegam até você. Em seu e-mail isso pode significar a criação de filtros para direcionar e-mails certos (como boletins de notícias) em suas próprias pastas automaticamente. Tenha pastas criadas para as coisas que você deseja passar mais tempo olhando e outra para as coisas que verá mais tarde.</p>
<p>O mesmo vale para leitores de feeds RSS. Faça uso de pastas e tags para manter seus feeds organizados. Dessa forma, se você tem tempo limitado, você pode facilmente verificar o mais importante primeiro.</p>
<p>Além disso, considere se há algum aplicativo que pode ajudá-lo a ser mais bem organizado. Será que o seu leitor de feed lhe dá o nível de controle que você deseja? E sobre o seu programa de e-mail? Navegador da Web? Olhe ao redor e encontre ferramentas que permitem gerir melhor as suas informações.</p>
<p><a href="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/03.jpg" rel="lightbox[91]"><img class="aligncenter size-full wp-image-96" title="03" src="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/07/03.jpg" alt="" width="500" height="365" /></a></p>
<p><strong>Pesquisando sem sucumbir à sobrecarga de informação</strong></p>
<p>Um dos momentos mais difíceis de lidar com a sobrecarga de informação é quando você está pesquisando algo. Poder ser um grande projeto ou algo em sua vida pessoal. E, muitas vezes, envolve encontrar muita informação sobre o assunto.</p>
<p>A coisa mais importante na hora de pesquisar um assunto novo é limitar a sua pesquisa, tanto em termos do tempo que você dedica a ela e seu alcance. Ao embarcar em um novo projeto, limite-se a quinze ou vinte minutos de pesquisa para começar. Provavelmente, será o suficiente para lhe dar uma visão geral do tema. Em seguida, pesquise as coisas específicas que você precisa saber. Geralmente, isso é mais produtivo e eficiente do que tentar aprender tudo sem ter uma experiência nas mãos.</p>
<p>Outra opção quando na hora da pesquisa, é ser analógico. Ao invés de ir diretamente online, visite sua biblioteca local e pegue emprestado um livro sobre o assunto. Isso dá uma visão mais focada e minimiza as chances de você se sobrecarregar com as informações da pesquisa.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>E você? Como lida com a sobrecarga de informação? Compartilhe suas idéias!</p>
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		<title>Dicas de design para pequenas empresas iniciantes</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 12:20:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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		<description><![CDATA[Nenhuma empresa pode prescindir de design, mas a imensa maioria dos pequenos negócios brasileiros não conta com este recurso. Se este é o seu caso, confira dicas essenciais e básicas. Se ainda não chegou a hora de contratar um designer para trabalhar pela sua empresa, preste atenção à algumas dicas básicas e essenciais do design. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nenhuma empresa pode prescindir de design, mas a imensa maioria dos pequenos negócios brasileiros não conta com este recurso. Se este é o seu caso, confira dicas essenciais e básicas.</em></p>
<p>Se ainda não chegou a hora de contratar um designer para trabalhar pela sua empresa, preste atenção à algumas dicas básicas e essenciais do design.</p>
<p>Nenhuma empresa é visível sem um logotipo ou um cartão de visitas. Então, alguém teve que fazer isso. Se quem criou tudo foi você mesmo ou algum grande amigo que sabe usar perfeitamente o computador, verifique se os dez itens abaixo estão de acordo com o que tem sido feito para sua empresa. Senão, é hora de rever o que você está querendo dizer para o seu consumidor:</p>
<p><span id="more-13"></span></p>
<p><strong>A marca</strong></p>
<p>Verifique se a marca da sua empresa foi criada dentro dos padrões internacionais de bom senso. Ela precisa ser vista, aplicada e memorizada facilmente. Basicamente isso significa: desenhos muito rebuscados dificilmente cumprirão esta missão. Entenda por isso aquelas letras cheias de ornamentos utilizando as sete cores do arco-íris.</p>
<p>Menos informação é absorvida mais rápido. Isso vale para uma palavra ao invés de uma frase, um algarismo ao invés do número do seu CPF, e para a sua marca simplicada ao invés de um turbilhão de informações. As pessoas tem pressa, cada vez mais. E um desenho que não foi memorizado é tido como desconhecido. O consumidor vai provavelmente confiar no que já conhecido.</p>
<p>Outro detalhe importante. A sua marca pode ser reduzida para ser aplicada numa caneta e ainda assim ser compreendida como tal? E se eu estiver numa estrada, e olhar um outdoor lá longe, consigo ler sua marca? Em fundo texturizado, como faço para aplicar a marca da sua empresa? A boa marca pode ser aplicada na maior parte dos meios sem dificuldade, o que facilita muito a presença da sua empresa em qualquer lugar.</p>
<p><strong>O cartão de visitas</strong></p>
<p>Com uma boa marca fica fácil ter um bom cartão de visitas. Existem muitas maneiras de manter um padrão (tamanho) sem fazer exatamente o que todo mundo faz. Tudo vai depender do que você deseja quando o seu cliente estiver procurando um fornecedor entre 1549 cartões igualmente diagramados. O cartão de visitas é para dizer: olha, aqui estão os meus dados, a identidade da minha empresa e nosso diferencial.<br />
Cores</p>
<p>Quando sua marca foi desenvolvida, algumas coisas foram eleitas para representar a identidade visual da empresa. Pois bem, existem vários meios onde suas cores estarão impressas. Papel, tecido, parede, site. É importante que essas aplicações apresentem o tom mais próximo um do outro, embora seja praticamente impossível que sejam idênticas devido aos diferentes materiais. Porém, é inadmissível que dois papéis do mesmo tipo apresentem tons totalmente diferente da mesma cor. Para isso, existem escalas como RGB, CMYK ou Pantone.</p>
<p>Se você não se preocupa se as cores são originais à do projeto, então tanto faz escrever o seu nome com umas letrinhas a menos, não é mesmo?</p>
<p><strong>A organização da loja ou escritório</strong></p>
<p>Tudo que tem contato com o seu cliente deve seguir a mesma filosofia. E isso tem mais a ver com coerência do que com design, mas estes dois termos estão intimamente relacionados. Se a sua empresa tem como princípio “qualidade máxima”, as gôndolas da sua loja naturalmente foram organizadas com qualidade extrema. A limpeza do local, idem. Eu não acreditaria que a sua empresa trata com qualidade a minha encomenda se o seu funcionário perde mais do que cinco minutos para encontrar o meu pedido em meio à bagunça do escritório.</p>
<p><strong>A mala direta</strong></p>
<p>Na ânsia de atingir todo mundo, o destino da sua mala direta abarrotada de informações será provavelmente o mesmo das outras: o bueiro mais próximo. E lá vai ficar para colaborar com a próxima enchente. Se o objetivo é comunicar uma promoção, que seja este o foco então.</p>
<p>Não queira aproveitar o papel para falar tudo de uma vez. O espaço vazio tem uma extraordinária finalidade pouco conhecida: ele isola uma informação da outra e ajuda os olhos do seu consumidor a percorrer um determinado caminho. Em outras palavras, ajuda a dizer alguma coisa com mais eficiência.</p>
<p>E, se além de comunicar você quiser colaborar com os bueiros e salvar muitas árvores, aproveite as facilidades e economias do e-mail-marketing. Com um bom cadastro autorizado pelos clientes e um design apropriado, as vantagens são muito superiores.</p>
<p><strong>O site</strong></p>
<p>Uma das grandes maravilhas da internet, o site corporativo é obrigatório para qualquer empresa. E por ser tão acessível é possível que você conheça muitas pessoas que sabem fazer um. Cuidado para não colocar na internet uma coleção de páginas sem sentido tornando a missão da sua empresa obscura.</p>
<p><strong>Os sete pecados de um site</strong></p>
<p>* Não cuidar das imagens. Imperdoável que estejam em péssimas condições ou distorcidas;<br />
* Não saber usar animações com moderação;<br />
* Não ter um estudo prévio das informações. Antes de sair fazendo, pense em como facilitar a vida de quem entra no seu site;<br />
* Não pagar pelos direitos autorais das fotografias de terceiros;<br />
* Não colocar as formas de contato em local visível;<br />
* Não atualizar;<br />
* Não divulgar.</p>
<p><strong><span style="color: #999999;"><em>autora:</em></span></strong><span style="color: #999999;"><em> Caroline Fülep<br />
</em></span><em> </em><strong><span style="color: #999999;"><em>fonte:</em></span></strong><span style="color: #999999;"><em> </em></span><span style="color: #999999;"><em><a href="http://webinsider.uol.com.br/" target="_blank">http://webinsider.uol.com.br</a></em></span></p>
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		<title>A Microsoft finge que Bill Gates nunca deixou a empresa</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 23:05:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[Quer você o ame ou o odeie, Bill Gates foi, e ainda é, a cara da Microsoft. Mas o que a Microsoft não quer que você saiba é que Gates já não tem praticamente nada a ver com a empresa. É isso que emerge ruidosamente do recente perfil, publicado pela revista Fortune, do homem mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Quer você o ame ou o odeie, Bill Gates foi, e ainda é, a cara da Microsoft. Mas o que a Microsoft não quer que você saiba é que Gates já não tem praticamente nada a ver com a empresa.</p>
<p>É isso que emerge ruidosamente do recente perfil, publicado pela revista Fortune, do homem mais rico do mundo. Em vez de planejar como fazer a Apple comer poeira ou colocar a Google em seu devido lugar, Gates dedica seus dias à Fundação Bill e Melinda Gates, passando pelos laboratórios da Intellectual Ventures para trocar ideias de tempos em tempos com Nathan Myhrvold, e deixando seus três filhos na escola.</p>
<p>Bill Gates? O grande tubarão branco da computação, envolvido na rotina diária de um típico pai de família? Sim, é isso mesmo, embora eu duvide que ele dirija uma minivan.</p>
<p><span id="more-47"></span></p>
<p>Pode ser ótimo para Gates, mas tal situação não cai bem à Microsoft. É como disse a jornalista especializada em Microsoft Mary Jo Foley quando conversávamos sobre o artigo. Ela gostou do texto “porque ele admite o que a Microsoft não quer dizer: Gates não está mais envolvido com a companhia. Eles temem que isso seja de conhecimento público, mesmo sabendo que, para nós, trata-se de algo óbvio”.</p>
<p>Então por que isso assusta? Porque, nos últimos anos, a Microsoft tem estado em declínio. Embora o último trimestre da Microsoft tenha sido melhor do que há um ano – em grande parte, graças à &#8220;forcinha&#8221; proporcionada pelo Windows 7 -, nem o crescimento da Microsoft nem seus lucros são o que eram quando Gates estava no comando.</p>
<p><strong>Centrado no PC</strong><br />
Como lembrou o presidente da RealNetworks e ex-funcionário da Microsoft Rob Glaser, o negócio da Microsoft ainda permanece tão centrado no PC como nunca, e nós entramos num mundo em que a computação não gira em torno dos PCs. A Apple percebeu isso. A Google também. A Microsoft não.</p>
<p>E nem vai perceber, enquanto Steve Ballmer estiver no controle. Ballmer é um excelente vendedor, mas não é Bill Gates. Eu tenho pensado que, se a Microsoft realmente quiser se tornar a grande e agressiva Microsoft de antigamente, ela deveria demitir Ballmer. Além das razões já citadas, eu acrescentaria que todo mundo na Microsoft com quem converso diz que Ballmer não quer – repito, não quer – ouvir nada que ele não queira ouvir. Ele é tão capaz de mudar o curso das coisas como o Titanic a caminho do fatídico iceberg.</p>
<p>Portanto, isso não vai acontecer. Como disse Foley, “fico imaginando quando eles terão a coragem de admitir que Ballmer não pode fazer o que é preciso.” Sua resposta foi: “Nunca. Isso nunca vai acontecer”. Depois de alguma reflexão, eu posso entender seu ponto de vista. Ballmer não tem oposição efetiva &#8211; nem dentro da Microsoft, nem no conselho de administração.</p>
<p>E, como já foi observado, “quem poderia substituí-lo, afinal? Não consigo pensar em ninguém dentro da Microsoft e eles certamente não vão querer olhar para fora.” Bem, de fato, há um lugar que a Microsoft poderia olhar, e é na casa de Bill Gates. Mas ele não vai voltar. Bill Gates está fora.</p>
<p>É uma situação boa para Apple, Oracle e as empresas de Linux, mas e para a Microsoft? Bem, a meu ver, o mais provável é que a Microsoft continue com seu longo declínio do topo da indústria de computação.</p>
</div>
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		<title>As regras do jogo no Google</title>
		<link>http://zeyck.com.br/2010/06/as-regras-do-jogo-no-google/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 22:10:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
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		<category><![CDATA[google]]></category>
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		<description><![CDATA[Ótima matéria da revista VOCÊ S/A falando sobre o dia-a-dia e de como trabalhar no Google, umas das empresas mais admiradas pelos jovens. O Google passa pelo seu melhor momento no Brasil desde que se instalou por aqui, em junho de 2005. O clima que já era descontraído está mais divertido. Isso é visível quando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótima matéria da revista VOCÊ S/A falando sobre o dia-a-dia e de como trabalhar no Google, umas das empresas mais admiradas pelos jovens.</p>
<p>O Google passa pelo seu melhor momento no Brasil desde que se instalou por aqui, em junho de 2005. O clima que já era descontraído está mais divertido. Isso é visível quando se anda pelos corredores e pelas salas nos dois andares do escritório que a empresa de buscas na internet ocupa na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Sim, há pressão por resultado, uma paranoia saudável por aumentar a audiência das ferramentas de busca e dos vídeos na internet, e por prospectar mais e mais clientes.</p>
<p>Isso não impede os profissionais de curtir o dia a dia na empresa. No mês passado, por exemplo, os funcionários comemoraram o fato de terem conseguido pela primeira vez instituir o happy hour com cerveja. Agora, todas às quintas-feiras, no final do expediente, há uma pausa para bebericar com os amigos e jogar conversa fora, dentro da própria sede, em uma grande sala decorada como se fosse um dos botecos chiques de São Paulo.<br />
<span id="more-38"></span><br />
Há três ambientes diferentes e até uma mesa de sinuca que faz esquecer que se está em um escritório comercial. Ao conversar com esse pessoal, a sensação é de que todos compartilham de um sentimento de satisfação por ter ajudado a empresa a prosperar no país.</p>
<p>Embora o Google não revele o faturamento de seus escritórios no mundo, a importância do Google Brasil na sede da companhia, em Mountain View, nos Estados Unidos, aumentou. Regionalmente, a operação na América Latina é comandada do Brasil. O poder de influência junto à cúpula da empresa também cresceu. Atualmente dois brasileiros fazem parte do primeiro time de executivos do Google nos Estados Unidos — os vice-presidentes Mario Queiroz (de gestão de produtos) e Nelson Mattos (de engenharia para Europa, Oriente Médio e África).<br />
<!--more-->Da receita global da empresa em 2009, 47% vieram dos Estados Unidos, outros 13% da Inglaterra e os 40% restantes vieram dos outros 38 países em que o Google opera. Há três anos, os Estados Unidos respondiam por 52% da receita total de vendas, a Inglaterra contribuía com 15% e o resto do mundo com 33%. Quando se considera os escritórios do Google fora dos Estados Unidos e Inglaterra, o maior peso de contribuição para o resultado financeiro vinha até 2009 de Brasil, Índia, China e Austrália.</p>
<p>Como o Google saiu da China em março, após um atrito com o governo local, os olhares de Sergey Brin e Larry Page, os dois fundadores, e Eric Schmidt, o presidente mundial, que juntos decidem tudo sobre o futuro da companhia, se voltaram principalmente para o Brasil. No mundo, o Google emprega 20 000 pessoas.</p>
<p>Aqui, a companhia montou em cinco anos uma operação de pouco mais de 200 funcionários, que estão distribuídos em São Paulo e Belo Horizonte, que é o centro de desenvolvimento de tecnologia e novos produtos. Os analistas do mercado de tecnologia estimam que, no ano passado, o gigante de buscas tenha faturado no Brasil cerca de 700 milhões de reais. A direção local não confi ma a cifra, pois segue a política da matriz de não falar sobre o resultado de suas subsidiárias. Ainda assim, sabe-se que a empresa vem crescendo e que suas perspectivas para este ano são agressivas. Um dado que comprova essa premissa é o número de vagas de emprego abertas pelo Google Brasil.</p>
<p>Há atualmente 100 postos de trabalho à espera de um profissional. Ou seja, a operação local precisa hoje de metade do número de funcionários que contratou até o momento — lembrando que foram admitidos pouco mais de 200 funcionários em cinco anos. Parte dessas vagas será destinada ao México e à Argentina, países em que também há subsidiárias, mas o escritório que demanda mais gente é o brasileiro — justamente o mercado onde o Google mais cresce na América Latina.</p>
<p>A necessidade de contratar mais pessoas no Brasil é atualmente o principal desafio do Google. “Eu preciso expandir a organização na mesma velocidade do negócio. Não é fácil. É muito mais difícil contratar gente boa na velocidade em que precisamos do que vender do jeito que a equipe comercial atua. Hoje eu sou o gargalo de crescimento da corporação na região”, diz Deli Matsuo, diretor de recursos humanos do Google para a América Latina.</p>
<p><strong><img src="http://vocesa.abril.com.br/imagens/0143/143-capa-001-icon1.jpg" alt="" width="94" height="94" align="left" /></strong>MAIS PODER DE ATRAÇÃO<br />
Para ter uma ideia do tamanho desse gargalo, para cada vaga preenchida até hoje o Google calcula ter ouvido, em média, 100 candidatos. É só fazer as contas. Se há 100 vagas abertas, estima-se que o Google vai ter de rapidamente identificar 10 000 possíveis candidatos no Brasil. Soma-se a isso o fato de que o processo de seleção na empresa leva de dois a oito meses para ser concluído (conheça o processo na íntegra nas próximas páginas).</p>
<p>A companhia informa que não abre mão do seu rigoroso sistema de seleção de forma a acelerar as contratações. Mas, diante da necessidade urgente de recrutar para continuar crescendo, o Google fez uma concessão e permitiu que sua subsidiária brasileira contratasse um parceiro externo para identificar jovens e profissionais mais experientes com potencial para trabalhar na empresa. Há pouco mais de um mês, Deli ligou da Índia, onde estava a trabalho, para o celular de Sofi a Esteves, presidente do Grupo DMRH, consultoria de RH, de São Paulo, para dizer que obteve autorização para contratar seus serviços.</p>
<p><strong><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://vocesa.abril.com.br/imagens/0143/143-capa-001_002-400x270.jpg" alt="" width="240" height="162" align="left" /><em><strong><em>OLHAR GLOBAL </em></strong></em></strong><em><strong>Deli Matsuo</strong></em>, diretor de recursos humanos para a América Latina, tem viajado por diversos escritórios do Google para mapear as habilidades comuns aos googlers de diferentes culturas. “O indivíduo aqui dentro tem que ter a possibilidade de olhar a carreira de forma global. E precisa saber o que é requerido para ocupar determinada posição em qualquer lugar do mundo.”</p>
<p>O Grupo DMRH conta com um poderoso banco de dados de 1,3 milhão de brasileiros e estrangeiros (já que tem operação no México e na Argentina) com idades de 17 a 50 anos. São jovens com histórico escolar invejável e profissionais experientes com passagens pelas principais companhias do país.</p>
<p>A DMRH preferiu não contar apenas com seu banco de dados e abriu na internet um processo chamado Talent Pool (<a href="http://www.grupodmrh.com.br/%20talentpool" target="_blank">www.grupodmrh.com.br/ talentpool</a>), para atrair candidatos recém-formados e para posições de média e alta gerência. “No dia em que lançamos o site, centenas de candidatos se inscreveram”, diz Sofi a. Conta a favor do Google seu enorme poder de atração.</p>
<p>A empresa, no Brasil e no mundo, é uma das mais veneradas por pessoas de idades variadas. O Grupo DMRH faz há oito anos uma pesquisa com jovens universitários para identifi car as empresas mais admiradas por eles. Esse estudo, um dos produtos do DMRH, serve para orientar a comunicação das empresas quando elas lançam seus programas de trainee. Em 2007, o Google apareceu no radar da moçadinha e fi cou em sétimo lugar na sondagem do DMRH.</p>
<p>Desde então, vem ganhando projeção entre os jovens e, nos últimos dois anos, o Google apareceu em segundo lugar, atrás apenas da brasileira Petrobras. A pesquisa do DMRH ainda não foi divulgada este ano. A imagem positiva do Google, principalmente entre os jovens, se deve ao marketing da empresa, que sempre a coloca como um lugar legal para trabalhar e com práticas modernas de gestão de pessoas. O interesse pelo Google também cresce à medida que aumenta sua importância no dia a dia das pessoas.</p>
<p>Um terço do tempo que os brasileiros gastam na internet é despendido navegando em uma das ferramentas do Google — no site de buscas, no YouTube, nos mapas ou no Orkut. No mundo, para cada hora de navegação na internet cerca de dez minutos são gastos em um dos apetrechos do Google. Os dados são da agência Comscore, utilizada pelo mercado de internet do Google como referência para dados de audiência do gigante de buscas.</p>
<p><img style="margin-left: 5px; margin-right: 5px;" src="http://vocesa.abril.com.br/imagens/0143/143-capa-001_003-400x270.jpg" alt="" width="240" height="162" align="left" /><strong> </strong><em><em>EMPREGO PELO LINKEDIN </em></em><br />
A publicitária <em><strong>Mariana Sensini</strong></em>, de 31 anos, mandou o currículo para um recrutador do Google nos Estados Unidos, em 2003, por meio da rede social LinkedIn. Dois anos depois, recebeu uma ligação, fez uma série de entrevistas e foi contratada. Hoje ela é gerente de vendas. “O Google é uma empresa atípica”, diz.</p>
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		<title>Como assistir aos jogos da Copa do Mundo na Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 23:06:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[copa do mundo]]></category>
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		<description><![CDATA[Aqui no Brasil, o Globoesporte.com é o único com permissão oficial para transmitir todas as partidas da Copa do Mundo pela Internet. Mas, como serão milhões de pessoas querendo assistir às partidas em seus PCs, as chances dos vídeos travarem pelo excesso de acesso são grandes. No entanto, a Web oferece uma série de opções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aqui no Brasil, o Globoesporte.com é o único com permissão oficial para transmitir todas as partidas da Copa do Mundo pela Internet. Mas, como serão milhões de pessoas querendo assistir às partidas em seus PCs, as chances dos vídeos travarem pelo excesso de acesso são grandes.</p>
<p>No entanto, a Web oferece uma série de opções para quem quer acompanhar os jogos, ainda que as narrações não sejam em português. E você pode escolher desde portais de canais famosos como o CBC Canadá, até páginas mais desconhecidas, mas que são bem úteis na hora de conferir a quantas anda o torneio. Logo abaixo, confira  e clique nas páginas de streaming que nós “peneiramos” – e testamos durante o jogo de abertura para ver se funcionam – para você não ficar por fora da Copa do Mundo:<br />
<span id="more-50"></span><br />
<strong>- <a href="http://www.justin.tv/directory/sports/soccer">Justin.tv</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.cbc.ca/sports/soccer/fifaworldcup/">CBC Sports</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.tvunetworks.com/">TVU Networks</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://atdhe.net/index.html">ATDHE.Net*</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.ustream.tv/discovery/live/sports-soccer">Ustream.tv</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://hostream.net/">Hostream.net</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://livesport1.tv/tv1.html">Livesport1.us</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.asiaplatetv.com/football.php">Asiaplatetv.com**</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.vshare.tv/live/362296/mgoltv/1#player">Vshate.tv</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://iraqgoals.net/">Iraqgoals.net</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.free-football.tv/">Free-football.tv***</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.myp2p.eu/broadcast.php?matchid=77086&amp;part=sports">MyP2P.eu</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.livesoccertv.com/world-cup-2010/#_videos">Livesoccertv.com***</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://livefooty.doctor-serv.com/">LiveFooty</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.firstrow.net/sports/football.html">Firstrow.net</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://www.fromsport.com/c-1.html">Fromsport.com</a></strong></p>
<p><strong>- <a href="http://tvbunch.com/16/Live-Streams/worldcup2010">Tvbunch.com</a></strong></p>
<p><strong>*</strong>Exige a instalação de plug-ins<br />
<strong><br />
**</strong>O  asiaplatetv.com funciona apenas no Internet Explorer<br />
<strong><br />
***</strong> O site exige pagamento para a transmissão do streaming.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Twitter terá encurtador de URLs próprio</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 23:01:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[encurtamento de url]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
		<category><![CDATA[twitter]]></category>

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		<description><![CDATA[O Twitter está testando um recurso desenvolvido para oferecer mais conveniência e segurança aos usuários finais na inclusão de endereços da web (URL) encurtados em mensagens do microblog. A novidade deve ser lançada ainda neste ano e é projetada para reduzir o tamanho de qualquer endereço de página da web, particularmente endereços longos, segundo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Twitter está testando um recurso desenvolvido para oferecer mais conveniência e segurança aos usuários finais na inclusão de endereços da web (URL) encurtados em mensagens do microblog.</p>
<p>A novidade deve ser lançada ainda neste ano e é projetada para reduzir o tamanho de qualquer endereço de página da web, particularmente endereços longos, segundo o Twitter.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o recurso também verificará se a página de destino é segura e legitima ao invés de um site malicioso feito para infectar visitante com um malware ou tentar aplicar um golpe virtual.</p>
<p>O Twitter também utilizará dados de uso e tráfego por meio do recurso para melhorar sua capacidade de analisar a relevância e qualidade de tweets e aproveitar essa informação para melhorar seus serviços, diz a empresa.</p>
<p>Os links de endereços encurtados começarão com http://t.co seguido por uma combinação de letras e números.</p>
<p>Se os serviços de encurtamentos já andavam mal das pernas, agora já podem fechar as portas.</p>
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		<title>Instalar o Mac OS X em um PC &#8211; Hackintosh</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 23:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Apple]]></category>
		<category><![CDATA[mac]]></category>
		<category><![CDATA[OS X]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos nós sabemos que a Apple revolucionou o mercado de computadores a muito tempo e não é atoa que ela mesma consegue se renovar a todo ano. Assim quem nunca quis usar o Mac OS X?? Mas sabemos que isso era para poucos “ERA” porque agora com o vídeo abaixo é possível montar seu Hackintosh sem muitas dificuldades. - [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos nós sabemos que a Apple revolucionou o mercado de computadores a muito tempo e não é atoa que ela mesma consegue se renovar a todo ano. Assim quem nunca quis usar o <strong>Mac OS X</strong>?? Mas sabemos que isso era para poucos <strong>“ERA”</strong> porque agora com o vídeo abaixo é possível montar seu <strong>Hackintosh</strong> sem muitas dificuldades.<br />
-<br />
<strong>Link para baixar o HMBT BootCD:</strong> <a title="Original Link: http://www.4shared.com/file/ngChrY-F/HMBT-BootCD.html" rel="nofollow" href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/?qXwmAfcQ" target="_blank">http://www.4shared.com/file/ngChrY-F/HMBT-BootCD.html</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="640" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/RgoRmkOdiTE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="640" height="385" src="http://www.youtube.com/v/RgoRmkOdiTE&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Direitos a <a title="Original Link: http://macworldbrasil.uol.com.br" rel="nofollow" href="http://www.rafaeldesigner.com.br/blog/?xP7oT20T" target="_blank"><strong>Macworldbrasil</strong></a></p>
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		<title>Algumas questões sobre o HTML5</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 00:00:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Programação]]></category>
		<category><![CDATA[html]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O Hypertext Markup Language é a base da estrutura da Web. Sua última versão lançada é o HTML4.01, que teve sua recomendação aprovada no final de 1999 pela W3C. Porém, está chegando o HTML5, uma nova versão da linguagem depois de anos sem atualização, apresentando novas possibilidades de desenvolvimento que vem deixando desenvolvedores e empresas de tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/06/what-is-html5.jpg" rel="lightbox[61]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-62" title="what-is-html5" src="http://zeyck.com.br/wp-content/uploads/2010/06/what-is-html5-300x81.jpg" alt="" width="300" height="81" /></a>O Hypertext Markup Language é a base da estrutura da Web. Sua última versão lançada é o <a title="HTML 4.01 Specification" href="http://www.google.com.br/url?sa=t&amp;source=web&amp;ct=res&amp;cd=1&amp;ved=0CBkQFjAA&amp;url=http%3A%2F%2Fwww.w3.org%2FTR%2FREC-html40%2F&amp;ei=42METM7hNYuTuAef1fT3DQ&amp;usg=AFQjCNGAegdu7Wrf7cm1J2lwKYqOa2ghBQ&amp;sig2=wWRQrjMVV80XAR_wu1hgDg" target="_blank">HTML4.01</a>, que teve sua recomendação aprovada no final de 1999 pela W3C. Porém, está chegando o <a title="HTML5 - W3C Working Draft 4 March 2010" href="http://www.w3.org/TR/html5/" target="_blank">HTML5</a>, uma nova versão da linguagem depois de anos sem atualização, apresentando novas possibilidades de desenvolvimento que vem deixando desenvolvedores e empresas de tecnologia em grande expectativa.</p>
<p>Será que já é hora de começarmos a adotar o HTML5 em nossos projetos?</p>
<p><span id="more-61"></span></p>
<h3>A evolução Semântica do HTML5</h3>
<p>Além das novas API’s, suporte multimídia, aprimoramento do uso off-line e melhor depuração de erros, a maior evolução que temos hoje no HTML5 é a <a title="Refletindo sobre Semântica" href="http://www.agni.art.br/refletindo-sobre-semantica/" target="_blank">Semântica</a>, que diz respeito ao significado das marcações. Na atual versão do HTML não temos um padrão que determine exatamente os tipos de informação que colocamos em cada parte do documento. Os navegadores e buscadores não podem distinguir que uma determinada área da página é um cabeçalho, um rodapé, um menu ou um artigo, por exemplo. Dessa forma os desenvolvedores acabavam criando o seu próprio padrão de nomenclatura através de identificadores e classes.</p>
<p>As novas marcações do HTML5 não terão uma visualização diferente da marcação &lt;div&gt;, porém elas trarão um valor semântico. Dessa forma, para identificar um cabeçalho, podemos usar <strong>&lt;header&gt;</strong> ao inves de <strong>&lt;div id=”header”&gt;</strong>. Essa padronização será usada por todos os desenvolvedores, e entendida por todos os navegadores, buscadores e sistemas informacionais, e facilitará a indexação dos dados e a troca de informações pelas diferentes aplicações na Web.</p>
<h3>A falta de consenso sobre os codecs</h3>
<p>Algo que vem causando grande euforia sobre a nova versão da linguagem, e que é um dos pontos altos do HTML5,  é o suporte nativo a recursos multimídia (áudio e vídeo) sem a necessidade de instalação de plugins no navegador. Mas ao mesmo tempo existe uma falta de consenso sobre qual codec deve ser usado para esses novos recursos.</p>
<p>Enquanto a W3C recomenda o uso do codec <a title="Theora video compression" href="http://www.theora.org/" target="_blank">Theora</a> por ser um padrão aberto, outras empresas vem utilizando o codec proprietário <a title="Padrão para compressão de vídeo, baseado no MPEG-4 Part 10 ou AVC" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/H.264" target="_blank">H.264</a> em seus navegadores. Dessa forma temos os navegadores Firefox e Opera suportando apenas o Theora, enquanto o Safari e Internet Explorer 9 suportam apenas o H.264. Apesar do Chrome suportar ambos os codecs, o Google vem usando o H.264 no seu protótipo do <a title="Player de vídeo HTML5 do YouTube" href="http://www.youtube.com/html5" target="_blank">YouTube em HTML5</a>, além de recentemente ter adquirido e liberado o codec <a title="VP8 API 1.x Migration" href="http://www.webmproject.org/tools/vp8-sdk/vp8_api1_migration.html" target="_blank">VP8E</a> sob código aberto, como parte do projeto <a title="An open web media project" href="http://www.webmproject.org/tools/vp8-sdk/vp8_api1_migration.html" target="_blank">WebM</a>.</p>
<h3>O HTML5 será o fim do Flash?</h3>
<p>O Flash vem assegurando seu espaço no mercado principalmente pela sua utilização em vídeos, banners, hotsites ou advergames. Porém ele vem deixando gradativamente de ser a ferramenta preferida de muitos desenvolvedores e empresas por vários motivos, como o tempo de carregamento, falta de acessibilidade ou problemas de travamento com plugins. Muitos apostam que os novos recursos do HTML5 (como a nova API para desenvolvimento de gráficos bidimensionais e a possibilidade de criar aplicações <a title="Rich Internet application" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rich_Internet_application" target="_blank">RIA</a>) podem ser uma sentença de morte para o Flash.</p>
<p>Eu acredito que não é o lançamento do HTML5 que fará com que empresas e desenvolvedores abandonarem o Flash. Pelo contrário, acredito que os novos recursos que o HTML5 trás fazem parte dessa ânsia do mercado por uma alternativa ao Flash que seja mais alinhada com os rumos que a Web vem tomando: mais semântica e acessível. Com a evolução de bibliotecas Javascript como o<a title="New kind of JavaScript Library" href="http://jquery.com/" target="_blank">JQuery</a>, e com as possibilidades que nos trará a nova versão do <a title="All you ever needed to know about CSS3" href="http://www.css3.info/" target="_blank">CSS3</a>, acredito sim que o HTML5 possa ser uma alternativa ao Flash, mas não a curto prazo. Ainda é muito mais prático e rápido criar uma animação em Flash do que utilizando HTML/CSS/Javascript, e boa parte das agências e desenvolvedores tende ao mais cômodo.</p>
<p>Mesmo afirmando que o Flash é insubstituível, a Adobe  já demonstrou publicamente uma<a title="Adobe reconhece que o HTML5 pode prejudicar seu negócio" href="http://www.insidetechno.com/2010/04/11/adobe-reconhece-que-o-html5-pode-prejudicar-seu-negocio/" target="_blank">preocupação com o HTML5</a>, chegando a afirmar que os seus clientes estão sendo persuadidos por outras empresas a usar tecnologias alternativas ao Flash, principalmente pela Apple usar HTML5 em vez do Flash em seus aparelhos (iPhone, iPod Touch e iPad). Alguns rumores já acusaram a Adobe de <a title="Adobe é acusada de sabotar HTML5 através de objeções enviadas oficialmente ao W3C" href="http://macmais.terra.com.br/noticias/adobe-e-acusada-de-sabotar-html5-atraves-de-objecoes-enviadas-oficialmente-ao-w3c/" target="_blank">tentar sabotar</a> o progresso da linguagem através da sua atuação na aprovação dos padrões junto a W3C.</p>
<h3>Já está na hora de usar o HTML5?</h3>
<p>Apesar das últimas versões dos navegadores já suportarem as novas marcações, boa parte dos usuários não tem o hábito de atualizar seus navegadores, e isso faz com que a maioria das pessoas ainda não consiga visualizar as páginas estruturadas em HTML5. Além de que, apesar da linguagem já ter sido liberada, só será uma recomendação definitiva em 2012.</p>
<p>Ainda não é hora de implementar definitivamente o HTML5 em nossos projetos, mas todos devemos começar a estudar seus novos recursos e a fazer testes. Os grandes nomes do mercado de tecnologia vêm disponibilizando os seus protótipos experimentais utilizando a nova versão, e isso é de grande valia. O mercado deve ir se preparando, e preparando os usuários.</p>
<p>A quantidade de informações que podemos encontrar na Web já é bastante grande, basta fazer uma busca. Para referência sobre todas as marcações do HTML5 recomendo acessar o<a title="HTML 5  Tag Reference" href="http://www.w3schools.com/html5/html5_reference.asp" target="_blank">http://www.w3schools.com/html5/html5_reference.asp</a>, e para ter acesso aos canais de participação dos grupos de trabalho da W3C, basta acessar <a title="WHATWG community" href="http://www.whatwg.org/" target="_blank">http://www.whatwg.org</a>.</p>
<p><em>Fonte: </em><a href="http://www.agni.art.br/" target="_blank"><em>http://www.agni.art.br/</em></a></p>
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		<title>Começando por aqui…</title>
		<link>http://zeyck.com.br/2010/06/comecando-por-aqui/</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Jun 2010 15:36:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeyck</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Texto de introdução no blog.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Finalmente, depois de muitoooo tempo, meu blog tá nor ar! Antes tarde do que nunca né?</p>
<p>Vou postar aqui meu Portfólio, trabalhos recentes, dicas de web e informática, um pouco de baboseiras e por ai vai&#8230;</p>
<p>Espero fazer novos contatos, e compartilhar um pouco dos meus conhecimentos!</p>
<p>Abraço!</p>
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